Sou um tanto de coisa, bom para um

Sou um tanto de coisa, bom para um bocado, ruim para uns “azarados” e mais ou menos para quem nem se deu conta de quem sou.

Sou a perdição de uns, caminho para outros, precioso para uns e indiferente para outros, os mais distraídos até me esbarram, nas vielas, nas ruas, nas avenidas, mas presos no modo avião, nem se dão conta, enfim.

Sou começo, sou meio e sou fim, de gente afim de seguir ao meu lado, sou amado, odiado, sou amigo e inimigo, sou ontem, hoje e serei também o amanhã.

Sou fome, sou sede, sou vida ou morte e na linha do acaso, no caso, sou quem responde os porquês, sou certeza quando avoado, a lâmpada na cabeça do inconformado, sou ideia construída ou realidade destruída.

Quem sou eu?